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Ainda presente, ou a incrível arte do photodump.

sexta-feira, 19 de março de 2021

Perdoa o hiato e não desiste de mim. É quase paradoxal escrever como se eu tivesse leitores fieis que voltam sempre nesse endereço à procura de alguma coisa *insira um gif de bolo de poeira vagando pelo deserto aqui*.

Onde está, Edson Oliveira?

Tem que ler esse título no ritmo da música de abertura de Carmen San Diego. Eu não sou o melhor em atualizar blogs, já tive uns 15 e sempre crio algum novo pra ficar semanas obceado em aperfeiçoar o layout, me enterrando em código CSS até gostar do resultado somente pra esquecer que o blog existe por quase um ano. Enfim, quem me segue no twitter sempre tem insights da minha mente, mas a verdade é que andei 'quarentenando' desde o último post.

O câncer no pulmão levou minha avó pro céu, e o efeito bola de neve que isso ocasionou foi bem forte tanto emocionalmente quanto fisicamente. Uma mudança de casa e incontáveis dramas familiares – alguns quase dignos de Casos de Família – depois, as coisas começam a se acalmar. Ao menos, na medida do possível nestes tempos de C-19.

Fotografar é minha forma de comunicação favorita

Desenterrei a câmera do armário e tirei uns cliques nesses ultimos meses, voltei a ficar obcecado por bokeh como nos meus velhos tempos de Flickr. Falando nisso, queria tanto uma câmera que pudesse gravar vídeos, mas como querer está longe de poder, fico gravando mini-vlogs com o celular mesmo – e postando no TikTok. Alguém mais mordeu a língua ao ficar completamente viciado nele? Nunca imaginei que aconteceria, mas acabou virando minha rede social favorita.


Vistos por último

Obviamente vi muitos filmes desde o último post, pra uma lista detalhada é só passar no meu perfil do Letterboxd, mas ontem aluguei via Google Play Filmes o (milagre do fandom) Zack Snyder's Justice League, e nunca me senti tão satisfeito com um filme da DC e/ou no geral do universo de super-heróis. A justiça finalmente feita pro Ray Fisher, que aos olhos da indústria jogou fora a carreira para combater e expor todo o racismo que sofreu tanto atrás e na frente das câmeras quando o projeto original foi passado pro Joss Whedon. Cada cena, cada correção de cor, cada trilha musical perfeitamente posicionada... as 4h de filme passaram voando (pra quem não aguentar, o filme está dividido em capítulos pra facilitar a vida do espectador).



E sendo sincero, confesso que estou considerando o assistir mais uma vez. Foi bom fazer parte dessa história de lançamento mundial em tempos pandêmicos, de um filme completamente refeito pelo diretor original. Paguei com gosto o valor depois de ter acompanhado toda a luta que o Zack fez nas redes sociais pra levantar esse projeto. Só resta à Warner admitir que o mandachuva da DCEU é ele mesmo.

P.S.: queria muito um feed no instagram todo baseado na paleta de cores desaturadas do filme.

Contudo, todavia, portanto

Acho que é só isso que tenho pra contar, ao menos por enquanto, já tenho uns bons rascunhos salvos pra postar mas acabo nunca publicando por achar o conteúdo sem nexo. Espero que esteja tudo bem com qualquer pessoa lendo isso aqui. Usem máscara, e tentem ficar em casa o máximo possível. ♡